
O que define o conceito de cristão é a forma, ou seja, o modelo de doutrina estabelecido por Cristo. O apóstolo Paulo, um dos principais seguidores de Cristo, preocupava-se com a conservação do modelo das sãs palavras (idéias) proferidas por Cristo "Conserva o modelo das sãs palavras que de mim tens ouvido, na fé e no amor que há em Cristo Jesus" (II Timóteo 1: 13).







Como é possível Deus ter determinado o destino final das pessoas segundo a sua vontade, se são muitos os que entram pela porta larga? Ora, se a vontade expressa de Deus é que ninguém pereça e que muitos venham ao conhecimento da verdade, como conciliar a parábola dos dois caminhos com a idéia de que o destino final das pessoas é segundo a vontade de Deus?
Segundo o que dispõe o profeta Miquéias, tanto o melhor quanto o mais justo dos homens são reprováveis diante de Deus e precisavam nascer de novo. A reprovação divina não é por causa da moral, do comportamento, da psique, da condição física ou financeira dos homens. Os homens tornaram-se reprováveis (desagradáveis) diante de Deus por causa da condenação estabelecida em Adão. Em Adão ‘pereceu’ da terra o homem piedoso. Todos deixaram de ser retos diante de Deus (Miquéias 7: 2; Romanos 3: 23).
Jesus endureceu o seu discurso quanto ao divorcio, aos juramentos, a retribuição da lei, o amor aos inimigos, e a prática da justiça, etc. O que Jesus queria evidenciar com o seu discurso? Estava estabelecendo mais um código de ética? Queria um novo padrão de conduta? Não! Jesus não estava estabelecendo um código de conduta do seu reino. Primeiro, porque o reino que Jesus estava anunciando não era deste mundo; segundo, a preocupação de Jesus sempre foi restabelecer a relação dos homens com Deus. 










