Os religiosos e Jesus
Os religiosos viviam falando mal
de Jesus! Foi por isso que Jesus disse: Ou digam que a árvore é boa e o seu
fruto bom, ou digam que a arvore é má e o seu fruto mal.
Sendo Jesus bom, os seus frutos
eram bons; não podiam considerar que Jesus era mal, sendo o seu fruto bom.
Se pelo fruto é possível
conhecer se uma árvore é boa ou má, da mesma forma é possível, por meio do que
uma pessoa (fruto dos lábios) identificar se ela é ou não um profeta de
Deus “Acautelai-vos,
porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas,
interiormente, são lobos devoradores. Por seus
frutos os conhecereis. Porventura colhem-se uvas dos espinheiros, ou
figos dos abrolhos?” Mt 7. 15- 16.
Pelos frutos de Jesus era
plenamente possível os religiosos conhecerem que Jesus era profeta enviado por Deus.
Jesus ao conversar com os
religiosos da sua época demonstrou que, assim como é impossível uma árvore boa
produzir frutos maus, também era impossível Jesus ter uma boa doutrina, ter o
testemunho das Escrituras, fazer
milagres em nome de Deus e ter parte com os demônios.
Por causa desta verdade Jesus
alerta os religiosos de sua época de que deveriam considerar que uma árvore boa
só tem fruto bom, e uma árvore má, só terá fruto mau.
Os fariseus viam Jesus fazendo
vários milagres, maravilhas e que ele tinha uma boa doutrina, mas quando podiam,
difamavam Jesus dizendo que ele estava possuído de demônios.
Quando Jesus ouviu aquelas
murmurações pediu a todos que considerassem a ralação que há entre a árvore e os
seus frutos.